Gosto de ter assim boas desculpas para sair de casa… Especialmente quando há quem alinhe comigo!
Festivais
Os meus festivais favoritos estão quase quase a terminar (chega o Verão e esta “doença” das tunas, que anda a par e passo com o calendário lectivo, tira férias) mas, sem que eu saiba bem como é que me deixei convencer, ainda tenho em vista este:
E este:
Não sei se os horários se vão conjugar a meu favor (até porque o horário laboral parece que nunca existe quando faz mais falta e o horário dos expressos não gira à minha volta), não sei como me vou desenrascar (os meus 50500 rabiscos de mapas são algo que me transcende mas, ao mesmo tempo, são boas desculpas para me rir imenso), não sei se vai dar para tudo (dois numa noite é capaz de ser agressivo)… Há carradas de coisas que não sei mas há uma que eu sei muito bem: vou voltar ao Norte!
48 horas sem internet – Parte 3
III Vila Morena
No próximo dia 25 de Fevereiro, sábado, vai ter lugar na minha terrinha mais uma edição do Vila Morena (um festival de tunas) e, como diz um grande amigo meu, lá terei que reservar este fim-de-semana para ir a casa dos papás!
A animação vai começar durante a tarde, no Jardim 1º de Maio, para envolver a população e, posteriormente, será “transferida” para os Pavilhões da Feira (a partir das 21.30h), onde terá lugar a parte mais formal da festa
A concurso vão estar:
ESTuna
TUB
Versus Tuna
TASCA
Tunas Convidadas:
Tuna da Universidade Sénior de Grândola
SemperT'unos
No final da noite, a animação ficará a cargo do Dj Mark Sinner.
Matosinhos
Camélias - Raul Ferrão
Camélias são flores ideais
Adorno dos passos reais
Só dela se quis rodear, a morta de amores
Que viveu para amar
E foi com certeza por vê-las
Ardendo em rubor tão singelas
Que Deus justo e bom perdoou
No último alento a quem tanto as amou
Refrão:
Camélias, tão rubras, tão vermelhas
São chamas de cetim
Camélias, são bocas que em centelhas
Dão beijos de carmim
Formosas, triunfam do ciúme
De qualquer outra flor
Com as Rosas, embora sem perfume
Competem no fulgor
Vaidosa a Camélia gentil,
Na sua altivez senhoril
Reflecte a grandeza, o esplendor
Que Sintra coquete impõe ao seu redor
Camélias sanguíneas tão belas
Orgulho de nobres lapelas
São chagas de cristo a vibrar
Que só ficam bem no frontal de um altar.


