Um excelente dia de praia em boa companhia

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“Lagosta

1 – s. m.

Crustáceo decápode, de carne muito apreciada.

2 – s.m.

Pessoa de pele avermelhada.” in Dicionários Online.

Eu, ex-cara pálida, compreendo neste momento a ciência de colocar protector solar, factor 20, num dia cheio de nuvens que não presta para ir para a praia: só resulta nas partes do corpo onde, efectivamente, o creme passa!

Uma coisa é ficar tipo lagosta, assim por inteiro, por causa do excesso de sol; outra coisa completamente diferente é fazer do corpinho uma bela obra de arte, com traços indefinidos e abstratos, resultante de uma paleta de cores que alterna entre o cor-de-rosa e o cor-de-pele.

Não é justo! Quando finalmente começo a revelar os meus rasgos de responsabilidade e até me preocupo em ter o mínimo de cuidado comigo, o resultado é ruim e nada recomendável.

Nota mental: Calças, camisolas de manga comprida e nada de decotes Língua de fora

Dia Mundial do Dador de Sangue

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Descobri recentemente que a delegação do Instituto Português do Sangue, na Avenida do Brasil, tem sempre a porta aberta para os dadores de sangue e fui até lá tentar a minha sorte… Achei que era o dia indicado Sorriso

O tema das celebrações este ano é “Cada Dador de Sangue é um Herói” e, portanto, era esta a minha oportunidade de ser uma heroína (hihihihi!), mas a #@&$ da Hemoglobina não deixou (já para não falar da tensão de pardalinha que a médica estava disposta a ignorar) e voltei para casa a deprimir.

Agora, a interiorizar a minha reduzida quantia de glóbulos vermelhos, parece que só ouço a minha mãe: “tens que comer mais verduras, especialmente espinafres”… Blhêca!

A manhã seguinte

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Hoje acordei com um desejo incrível de escrever baboseiras… Já que sou obrigada a reflectir (porque ainda tenho 2 reflexões do mestrado pela frente) ao menos que seja sobre algo que não exija muito esforço.

São 13h e 49 minutos, estou enfiada na cama e aqui pretendo continuar (porque hoje parece-me um lindo dia para colocar esta opção em prática), estou enjoada e dói-me a cabeça e nem sequer fui deambular por Lisboa com a desculpa dos Santos Populares! Para mim, pior que ressacar do álcool só mesmo ressacar do excesso de socialização. Logo eu que nem tenho veia social…

Quando nos convidam para conviver parece sempre tudo muito giro, engraçado, lindo e marvilhoso: conhece-se malta nova, brinca-se de um lado, cuscuvilha-se do outro, ri-se até já não dar mais, aprende-se muita coisa, o tempo vai passando sem darmos conta e a troca de energias que é constante vai fazendo a sua magia, sem que alguém se dê conta.

Hoje, dei-me conta dessa “magia”… Sinto que, mais uma vez, me sugaram todas as forças e sei que tenho sempre grandes dificuldades em lidar com isso. Devia era impedir essas interacções e dominar o meu fluxo de energia, para não ter que minimizar os efeitos secundários, mas a verdade é que não teria nem metade da piada Língua de fora Agora, teoricamente, o universo diz que eu devia sair para a rua e agir como uma vampira, alimentando-me da energia de alguém para recupear a vitalidade mas a minha ideia é mesmo “não sair daqui para lado nenhum”. Será que consigo contrariar isso?

Grátis

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Aprender a Ensinar - Richard Arends

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Agora voltei a ter tempo para ler mas, como ainda não me consigo abstrair das "obrigações" de estudante, as leituras ainda se concentram em temas muito específicos e levam-me de encontro a grandes descobertas...

"Conjunto de compromissos que as professoras do sexo feminino de determinada comunidade da Carolina do Norte tinham que assinar, ainda no final dos anos 20:

Comprometo-me a dedicar-me totalmente à escola, oferecendo o meu tempo, serviço e dinheiro, sem quaisquer restrições, em apoio e para benefício da comunidade.
Comprometo-me a abster-me de dançar, vestir de forma ostentatória, bem como de qualquer outra conduta imprópria de uma professora e de uma senhora de bem.
Comprometo-me a não sair com nenhum homem, excepto se tal for necessário para apoiar o trabalho da escola.
Comprometo-me a não me apaixonar, ficar noiva ou contrair matrimónio secretamente.
Comprometo-me a permanecer na camarata ou nas instalações escolares, excepto quando o trabalho escolar ou da igreja não o permitam.
Comprometo-me a não encorajar ou tolerar a menor familiaridade da parte de qualquer dos meus alunos do sexo masculino.
Comprometo-me a dormir oito horas por noite, a alimentar-me adequadamente… (Brenton, 1970, p.74)."

Queques!

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As aventuras culinárias da Gabi

Ora bem, desde que me aventurei a fazer pizza a sério cá em casa, e que as areias já saem do forno com bom aspecto, que decidi que a próxima aventura seria tentar fazer algo deste género:

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Gosto mesmo muito dos Muffins do Starbucks e, portanto, se a coisa corresse bem seria uma aposta ganha na sua plenitude (felizmente que as criancinhas do estudo acompanhado já estudaram o condicional para eu aplicar aqui).

Ponto 1: “Gabi, mas tu não tens uma forma para fazer isso!” Certo, mas também já não tenho idade para me esconder atrás de 50500 desculpas, só por preguiça, para não fazer as coisas que gosto. De qualquer modo, eu não quero mesmo fazer Muffins nem Cupcakes, que isso é coisa de gente fina, vou é fazer queques e há carradas de anos atrás já se fazia disso sem formas com buraquinhos.

Ponto 2 (Que não ocorreu na altura certa): “Pois é, Gabi, mas nessa altura usavam-se aquelas forminhas individuais para não andar tudo a escorrer dentro do tabuleiro!” Anjo

Resultado final, depois de perceber que se a quantidade for pouca as forminhas de papel aguentam e não desmaiam, que alguém vai ter uma luta desgraçada para lavar o tabuleiro e que esse alguém sou eu:

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A receita eu vi aqui no blog da Joana Roque, onde me parece que é tudo verdadeiramente simples, com os ingredientes essenciais e sem muita invenção, e a inspiração eu fui buscar a um vídeo da Nigella porque me parece tudo sempre super fácil.

Um dia ainda vou ser uma cozinheira a sério mas hoje também não foi o dia!

Assento

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Hoje o dia esteve menos colorido e lembrei-me que nem todos os dias têm que ter cor para parecerem perfeitos. Fica a fotografia, tirada num dia cinzento, de um assento onde eu não me importava nada de estar sentada, neste momento.
 
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