Dizer que não – Lúcia Moniz

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Diz-lhe que não,
diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz
aquele que mais amou

Chega de juras de amor
Promessas de amor eterno
Para algum tempo depois
Voltarmos ao mesmo inferno

Por vezes é mesmo assim
Não há outra solução
Dói muito dizer que sim
Dói menos dizer que não

Diz-lhe que não,
diz-lhe que tudo acabou
Que é sempre mais feliz
aquele que mais amou

Diz-lhe que chega de ouvir
as frases habituais
Chamam-me a maior paixão da vida,
coisas banais

Maior ou não pouco importa
Ser a única isso sim
Diz-lhe que não me enganou
Enganou-se ele por mim

Diz-lhe que não,
está na hora de acabar
Mas por favor não lhe digas
que ainda me viste chorar

Maluqueira é…

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Pedir para sair mais cedo do trabalho (porque numa sexta-feira de ponte não há efectivamente trabalho nenhum por fazer), apanhar o metro para a Cidade Universitária, esplanadar no Mocho (sim, isto é publicidade mas o espaço assim o merece) e arrancar sorrisos ao Sr. João (o senhor simpático que nos atura enquanto serve às mesas), aproveitar a happy hour, conhecer um simpático que não se dá com ninguém da mesa mas insiste em pagar a despesa toda e ainda nos oferece boleia até ao metro para não apanharmos chuva…

Para rematar, ainda pensar em dar um salto ao ginásio à espera de ter companhia para a conversa só porque um dos colegas do trabalho nos brinda matinalmente com a seguinte peróla: “Doutora, essa coisa do ginásio anda a fazer efeito? Estás mais magra!”…

Adoro sextas-feiras!Especialmente quando calham depois de um feriado Sorriso

Today’s word

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RC ISEL

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Nunca me contam nada… É sempre a mesma coisa… Felizmente, eu sou uma gaja desenrascada  (quando me dá jeito) e mesmo que me avisem só meia hora antes até arranjo uma maneira de me infiltrar nas festas do ISEL.

Contrariamente ao que eu podia esperar, a festa valeu pela tuna feminina da casa. Apesar delas não deixarem o meu “preto desbotado” subir a palco, sempre me fizeram sentir que se assumir outro traje me arranjam lá um espacinho, ontem não foi excepção, e isso deixa-me  feliz!

Antes de fugir (literalmente), ainda tive tempo para descobrir que o ISEL continua muito bem frequentado  e os “engenhocas” daquela casa ainda me conseguem arrancar sorrisos… Não vi a Dupla Mete Cá Sets, que me conquistou numa das noites da Mega com o seu estilo muito próprio, mas vim satisfeitinha pois ganhei a noite ao fim de 10 minutos no ISEL.

Ainda vale a pena arrastar-me do sofá para ir apanhar frio!

OFF

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Hoje recorri aos sons do mundo… Porque não quis chá de camomila, porque hoje ninguém vai ligar a pedir ajuda com as adivinhas dos trabalhos de casa (já não são horas para isso) e porque me apetecia encontrar este botão:

Sem Título

Aconteceu

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Ao fim de três meses e uma semana (como o tempo passa a correr), os coleguinhas do trabalho descobriram o meu mau feitio!

Invenções culinárias

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A melhor coisinha dos fins-de-semana é mesmo o tempo livre para dedicar à arte da culinária, para procurar os ingredientes que fazem falta, para perder tempo a pensar neles, para me rir no meio dessas investidas…

Lá por casa dos papás, há um canal dedicado à culinária, o 24 Kitchen, e num dos programas que tive oportunidade de assistir, o cozinheiro Sebastião Castilho foi passear para os lados de Olhão e apresentou uma receita engraçada que me convenceu – ceviche de atum com abacate. Portanto, fiz logo o registo mental para que essa fosse a próxima aventura.

Este fim-de-semana, resolvi colocar a ideia em prática e, como não podia deixar de ser, tudo deu direito a divagações profundas e hilariantes. Para começar, precisava de atum… Fresco… Então dei por mim, a aperceber-me que não faço a menor ideia como se escolhe peixe (tenho a vaga ideia que, por iniciativa própria, nunca comprei peixe fresco)! Comecei a tentar conformar-me “é normal, nunca como muito peixe, ainda mais fresco, sem stress!”. Entretanto, começa a saga do abacate... Este eu tenho a certeza que nunca levei para casa! Acabei por comprar um meio verde. Como só me lembrei de procurar a receita depois de a ter colocado em prática, o efeito visual ficou invertido mas tirando isso estava perfeito Sorriso

Nesse mesmo canal, há outro cozinheiro, o Virato Pã, que coloca qualquer coisa em cima de umas fatias de pão e diz que é uma entrada. Resolvi seguir-lhe o exemplo (até porque já o faço normalmente). Uma vez que havia atum fresquinho em casa pensei no bife de cebolada que costuma fazer as minhas delícias e já que não me apetecia uma refeição a sério apostei numa “entrada”. Juntei o que havia por ali perdido no frigorífico, incluindo os cogumelos que teimo em dizer que não combinam com o atum, para fazer algo semelhante a um estrugido e fiquei convencida com o resultado.

Infelizmente, esta coisa de adorar ver outras pessoas na cozinha e estas aventuras não fazem de mim uma cozinheira XPTO. Se estava bom? Estava! Se eu ofereceria a alguém? Nem pensar! Mais uns 50500 workshops de culinária e uma boa dose de auto-confiança e isto fica operacional Língua de fora

 
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