A bela da Torta Maisena para o lanche…
E os belos dos rolinhos (que parecem tudo menos rolinhos que eu não sou nada dotada para os trabalhos manuais) para o jantar.
Tudo em modo de compensação para o regresso ao trabalho!
A bela da Torta Maisena para o lanche…
E os belos dos rolinhos (que parecem tudo menos rolinhos que eu não sou nada dotada para os trabalhos manuais) para o jantar.
Tudo em modo de compensação para o regresso ao trabalho!
Se há coisa que eu assumidamente sou é saudosista. Sempre vivi muito mais “no que foi” do que “no que está para vir” (excepção feita para os planos de fins-de-semana de borga e férias e momentos diferentes rodeada de malta amiga), não é defeito é feitio, fui-me moldando assim ao longo dos anos, talvez em jeito de defesa, e contornar isso já começa a dar muito trabalho.
Se há coisa simples e idiota que uma gaja solteira, com a mania da independência, a viver sozinha, por vezes até tem saudades, sem que nunca o assuma, é de cenas de ciúmes (porque a seguir vem a parte melhor que é fazer as pazes).
Hoje não é o dia! Obrigada por amuares, por cruzares os braços e fazeres beicinho, por me fazeres sentir que posso não te ver imenso tempo mas que estás na minha vida, por não me pressionares, por não me cobrares, por me dares o meu espaço e o espaço para “exorcizar” o meu mau feitio, por me ouvires, por tudo e por nada. Sei que não gostas do meu tom abrasileirado mas “te gosto” e por amor uma gaja faz (quase) tudo
Não sei explicar porquê mas sempre achei que os ortopedistas são todos senhores doutores respeitáveis que vêem a sua experiência reflectida nos seus excassos cabelos brancos. Ontem, esse meu preconceito mudou…
Não gosto de hospitais, não gosto de salas de espera, não gosto de esperas prolongadas… Portanto, qualquer ida minha ao médico está à partida minada de umas energias muito ruins. Mesmo quando ouço (finalmente) o meu nome, esses sentimentos maus não me abandonam porque o que gosto mesmo é daquela altura em que me dispensam e eu posso voltar para casa
Desta vez, eu senti que, de boa vontade, a consulta podia ter durado mais uma meia hora… O senhor doutor ortopedista era um trintão jeitoso, com um sorriso sacana rasgado de orelha em orelha, e perdoei-lhe todas as maldades que ele me fez (odeio que me “testem” os joelhos e tenho pouquíssima resistência à dor) quando me disse que tinha que voltar lá para conversarmos (o quê!? ainda existem homens que gostam de conversar!?). Pois é, parece que há qualquer coisa aqui no meu menisco (esta cartilagem vive entre o fémur e a tíbia, estava à espera de quê!?) e, tal como esperado, lá vou ter que fazer a bela da ressonância magnética para tirar as dúvidas.
Bom bom, no meio disto tudo (não, não foi só o senhor doutor), é que afinal posso voltar à vida activa com menos restrições do que me estava a (auto) impôr, desde que não me meta feita louca numas aulas de step ou comece a correr que nem uma desvairada (estas últimas expresssões podem gentilmente ser substituidas por “desde que não faça actividades com impacto para o joelho”), estou apta para emagrecer (assim só para ser meiguinha) cinco quilos numa semana