(Des)tralhar

0 comments

“É desprendermo-nos das coisas de que não precisamos e viver de uma maneira mais leve. Nós, portugueses, somos muito agarrados às coisas: somos tralhistas e deveriamos ser sucateiros. O tralhista acumula, o sucateiro recicla.”

“Vivemos todos com muita tralha. Uma coisa que não está a ser usada – mesmo um livro – é um desperdício. Ocupa espaço, gasta energia e custa a guardar, limpar e transportar quando se muda de casa. A tralha sai cara.”

Estes são dois parágrafos, de uma mesma crónica,  de Miguel Esteves Cardoso que constam no livro “Como é linda a puta da vida”. Estes são dois parágrafos que me dizem muito, ou nos quais, me revejo. Estes são dois parágrafos que me “gritam” que as energias estagnam à nossa volta porque nós deixamos, acumulamos. Estes são dois parágrafos que me lembram que me cabe a mim mudar, se for esse o meu desejo.

Frango agridoce com cogumelos e ananás

0 comments

Há imenso tempo que não me dedicava à culinária, que isto para mim é coisa que exige tempo e dedicação, mas surpreendi-me, era uma aventura que andava a adiar mas até correu muito bem e pareceu-me digna de registo (mais que não seja para ter a receita a jeito numa próxima vez).

Ingredientes

  • 3 peitos de frango
  • 1/2 cebola
  • 4 rodelas de ananás de lata
  • 1 lata de cogumelos
  • 1 colher de sopa de farinha Maizena
  • 2 dl de calda de ananás
  • 4 colheres de sopa de polpa de tomate
  • 3 colheres de sopa de vinagre de sidra
  • 3 colheres de sopa de açúcar amarelo
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal e pimenta a gosto

Preparação

Cortar o peito de frango aos cubinhos, temperar com sal e pimenta. Escorrer bem os cogumelos. Cortar o ananás e a cebola em cubos e reservar. Para o molho, dissolver a Maizena na calda do ananás. Juntar a polpa de tomate, o vinagre e o açúcar e misturar bem. No Wok (ou frigideira mais alta), deitar o azeite e levar ao lume com a cebola, até esta ficar loirinha. Juntar os cogumelos e deixar fritar. Juntar o frango e deixar cozinhar até estar dourado, mexendo sempre com uma espátula. Juntar o ananás e deixar saltear durante mais 3 minutos. Regar com o molho preparado, deixar ferver e engrossar um pouco, mexendo sempre.

Adaptado daqui só porque a Rute (por altura da feira de Agosto) deu a dica do vinagre com a calda de ananás Piscar de olho

+ Satisfação

0 comments

1h 03m 11s

Portei-me muito bem nos dez quilómetros do aeroporto, mas queria menos Língua de fora

Sabe bem

0 comments

Já não me lembrava o que era fazer uma espera a alguém. Já não me lembrava o que era impor a minha presença a alguém. Tal como já não me lembrava como era rebolar numa cama que não a minha. E já não me lembrava o que era partilhar tudo sem ter que partilhar nada.

Gosto de ter “os meus” por perto e sentir-me perto, gosto de partilhar pequenos grandes nadas, gosto de ser apenas uma boa ouvinte quando o ideal (não sei bem para quem) seria despejar o (meu) saco, gosto de gastar assim o meu tempo, gosto de ser cúmplice e, às vezes, até gosto de ser só mais uma.

De vez em quando, gosto mesmo muito de partilhar o meu tempo a não fazer nada e gosto mesmo muito de ser uma empata (é bom sinal). Obrigada!

Saltar fora

0 comments

Hoje, li uma crónica deliciosa datada de Novembro de 2010 mas, como sou e serei sempre defensora da teoria “para bom entendedor meia palavra basta”, abro uma excepção e não vou partilhar (à descarada) o link da mesma.

E porquê? Porque o meu farmacêutico favorito ainda lê este blog e pode fazer uma interpretação da crónica diferente da minha e julgar-me por isso e ainda acabo na esquadra a responder a um inquérito digno de uma bela série televisiva e… Dispenso!

Nasci, Sonhei, Cresci e Amei – Artur Garcia

0 comments

Foi deus que dar-me quis
O doce que encontrei
Na vida que me fez feliz
Nasci, sonhei, cresci e amei
Nasci fui criança e sonhei
E à sombra de amor
Foi que cresci e me criei
Sonhei, sonho irreal
Em que era o rei
Que fez do bem seu ideal
Cresci fiz castelos no ar
Desejei ter amor
Tudo corri para te encontrar
Amei, quando te vi
E agora sei qual a razão
Porque nasci

Música: João Andrade Santos; Letra: Mª Manuela Teles Santos

Para o Sebastião…

E também para a Carolina e o Bruno que perdem hoje o direito ao uso do nome próprio para passarem a ser apenas a “mamã” e o “papá”! Piscar de olho

Round 2

0 comments

Não gosto muito, ou melhor, não gosto nada de assumir que não lhe dou descanso. Andar sempre a exigir mais e mais dele não fica bem, não é lógico, e eu não gosto de admitir que o faço. Até porque ele já andava a dar-me avisos subtis mas eu, gaja, não quis ver (burra!) e agora ele deixou-me ficar mal, falhou-me...




Só assim eu sirvo de cobaia para ensaiar a marcha nupcial, tenho as atenções todas para mim e reinicio o sistema (nervoso) que decidiu, pura e simplesmente, meter férias. E não consigo deixar de ouvir o Marco (o próximo cavalheiro a ingressar no clube dos casados) a perguntar-me “Mas tiveste algum stress no trabalho? Andas preocupada com alguma coisa?”...
 
Copyright © PolicyMic-maluqueirasondecalhar Blogger Theme by BloggerThemes & newwpthemes Sponsored by Internet Entrepreneur