Menina Caloira – Copituna d'Oppidana (Tuna Académica da Guarda)

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Menina Caloira
Tu foges de mim
Que fiz eu ao mundo
Para merecer algo assim

Teus olhos azuis
Teus olhos clarinhos
São flores do céu
São dois Danoninhos

São dois Danoninhos
Prontos a comer
Sem esses dois
Eu não posso viver

Porque não me olhas
Porque não me vês
Menina Caloira
São muitos porquês

Ooooooh! Menina!
Se eu pudesse dar-te-ia a lua
E pela vida que me resta
Gritaria o teu nome pela rua

Menina Caloira
Abre o coração
Menina Caloira
Ouve esta canção

(Des)tralhar

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“É desprendermo-nos das coisas de que não precisamos e viver de uma maneira mais leve. Nós, portugueses, somos muito agarrados às coisas: somos tralhistas e deveriamos ser sucateiros. O tralhista acumula, o sucateiro recicla.”

“Vivemos todos com muita tralha. Uma coisa que não está a ser usada – mesmo um livro – é um desperdício. Ocupa espaço, gasta energia e custa a guardar, limpar e transportar quando se muda de casa. A tralha sai cara.”

Estes são dois parágrafos, de uma mesma crónica,  de Miguel Esteves Cardoso que constam no livro “Como é linda a puta da vida”. Estes são dois parágrafos que me dizem muito, ou nos quais, me revejo. Estes são dois parágrafos que me “gritam” que as energias estagnam à nossa volta porque nós deixamos, acumulamos. Estes são dois parágrafos que me lembram que me cabe a mim mudar, se for esse o meu desejo.

Frango agridoce com cogumelos e ananás

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Há imenso tempo que não me dedicava à culinária, que isto para mim é coisa que exige tempo e dedicação, mas surpreendi-me, era uma aventura que andava a adiar mas até correu muito bem e pareceu-me digna de registo (mais que não seja para ter a receita a jeito numa próxima vez).

Ingredientes

  • 3 peitos de frango
  • 1/2 cebola
  • 4 rodelas de ananás de lata
  • 1 lata de cogumelos
  • 1 colher de sopa de farinha Maizena
  • 2 dl de calda de ananás
  • 4 colheres de sopa de polpa de tomate
  • 3 colheres de sopa de vinagre de sidra
  • 3 colheres de sopa de açúcar amarelo
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal e pimenta a gosto

Preparação

Cortar o peito de frango aos cubinhos, temperar com sal e pimenta. Escorrer bem os cogumelos. Cortar o ananás e a cebola em cubos e reservar. Para o molho, dissolver a Maizena na calda do ananás. Juntar a polpa de tomate, o vinagre e o açúcar e misturar bem. No Wok (ou frigideira mais alta), deitar o azeite e levar ao lume com a cebola, até esta ficar loirinha. Juntar os cogumelos e deixar fritar. Juntar o frango e deixar cozinhar até estar dourado, mexendo sempre com uma espátula. Juntar o ananás e deixar saltear durante mais 3 minutos. Regar com o molho preparado, deixar ferver e engrossar um pouco, mexendo sempre.

Adaptado daqui só porque a Rute (por altura da feira de Agosto) deu a dica do vinagre com a calda de ananás Piscar de olho

+ Satisfação

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1h 03m 11s

Portei-me muito bem nos dez quilómetros do aeroporto, mas queria menos Língua de fora

Sabe bem

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Já não me lembrava o que era fazer uma espera a alguém. Já não me lembrava o que era impor a minha presença a alguém. Tal como já não me lembrava como era rebolar numa cama que não a minha. E já não me lembrava o que era partilhar tudo sem ter que partilhar nada.

Gosto de ter “os meus” por perto e sentir-me perto, gosto de partilhar pequenos grandes nadas, gosto de ser apenas uma boa ouvinte quando o ideal (não sei bem para quem) seria despejar o (meu) saco, gosto de gastar assim o meu tempo, gosto de ser cúmplice e, às vezes, até gosto de ser só mais uma.

De vez em quando, gosto mesmo muito de partilhar o meu tempo a não fazer nada e gosto mesmo muito de ser uma empata (é bom sinal). Obrigada!

Saltar fora

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Hoje, li uma crónica deliciosa datada de Novembro de 2010 mas, como sou e serei sempre defensora da teoria “para bom entendedor meia palavra basta”, abro uma excepção e não vou partilhar (à descarada) o link da mesma.

E porquê? Porque o meu farmacêutico favorito ainda lê este blog e pode fazer uma interpretação da crónica diferente da minha e julgar-me por isso e ainda acabo na esquadra a responder a um inquérito digno de uma bela série televisiva e… Dispenso!

Nasci, Sonhei, Cresci e Amei – Artur Garcia

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Foi deus que dar-me quis
O doce que encontrei
Na vida que me fez feliz
Nasci, sonhei, cresci e amei
Nasci fui criança e sonhei
E à sombra de amor
Foi que cresci e me criei
Sonhei, sonho irreal
Em que era o rei
Que fez do bem seu ideal
Cresci fiz castelos no ar
Desejei ter amor
Tudo corri para te encontrar
Amei, quando te vi
E agora sei qual a razão
Porque nasci

Música: João Andrade Santos; Letra: Mª Manuela Teles Santos

Para o Sebastião…

E também para a Carolina e o Bruno que perdem hoje o direito ao uso do nome próprio para passarem a ser apenas a “mamã” e o “papá”! Piscar de olho

 
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