XX Celta

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Não está a ser fácil I

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Depois, chegam aqueles dias em que tudo se complica...

Apercebo-me que, já por duas vezes, dei comigo a rastejar aos teus pés e a implorar que voltasses para mim. Sem sucesso. Cheguei ao cúmulo de te ver nos braços de outra e afastar-me em silêncio. Não aguento mais. Confesso. Não dá mais. Desisto.

Vou procurar um novo que me trate como eu mereço!

Mundopardo U>Rock

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Ontem foi noite de Mundopardo no Hard Rock Cafe Lisboa... E eu arranquei-me do aconchego do lar (do descanso, das mantinhas, da horizontal...) e fui, e cheguei a horas, e vi a prestação deste grupo que arrancou o 2º lugar no concurso de bandas universitárias U>Rock.



Parece que foi ontem que a primeira música deles tocava em modo automático aqui no meu blog e agora eles já fazem (mini) atuações na “minha” capital, no código postal certo (ou não)... Gosto muito!



Nota importante: Era para existir aqui uma foto bonitinha dos meninos roubada descaradamente do facebook via google (este sim o melhor amigo da mulher) mas a falta de jeito é coisa para me atacar de quando em vez e não vai dar. O momento em que este blog se iria encher de carinhas larocas foi adiado.

Momento relax

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Eu ainda não estou convencida com a nova direcção do ginásio onde ando... Mas neste domingo tudo valeu a pena :)

Desfolhada – Simone de Oliveira

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Corpo de linho, lábios de mosto
Meu corpo lindo, meu fogo posto.
Eira de milho, luar de Agosto
Quem faz um filho, fá-lo por gosto.

É milho-rei, milho vermelho
Cravo de carne, bago de amor.
Filho de um rei, que sendo velho
Volta a nascer, quando há calor.

Minha palavra dita à luz do sol nascente
Meu madrigal de madrugada.
Amor, amor, amor, amor, amor presente
Em cada espiga desfolhada.

Minha raiz de pinho verde
Meu céu azul tocando a serra.
Ó minha água e minha sede
Ó mar ao sul da minha terra.

É trigo loiro, é além Tejo
O meu país neste momento.
O sol o queima, o vento o beija
Seara louca em movimento.

Minha palavra dita à luz do sol nascente
Meu madrigal de madrugada.
Amor, amor, amor, amor, amor presente
Em cada espiga desfolhada.

Olhos de amêndoa, cisterna escura
Onde se alpendra, a desventura.
Moira escondida, moira encantada
Lenda perdida, lenda encontrada.

Ó minha terra, minha aventura
Casca de noz desamparada.
Ó minha terra minha lonjura
Por mim perdida, por mim achada.

Música: Nuno Nazareth Fernandes; Letra: Ary dos Santos

Escolhas

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Hoje não vou estar aqui...
Nem aqui....
E muito menos aqui...
Troquei tudo por uma noite à lareira, sozinha em casa. Logo eu!
Adoro quando tomam as decisões todas por mim.

Carta de amor

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“Apaixonaste-me sem que eu desse por isso. […] Insinuaste-te. Não fui eu que te escolhi. Quando descobri que te amava já era tarde de mais.
[…]
Teria preferido chegar à conclusão que te amava por uma lenta acumulação de razões, emoções e vantagens. Mas foi ao contrário. Apaixonei-me de um dia para o outro, sem qualquer espécie de aviso, e desde esse dia, que remédio, lá fui acumulando, lentamente, as razões por que te amo, retirando-as uma a uma dentre todas as outras razões, para não te amar ou não querer saber de ti.
Custou-me justificar o meu amor por ti. És difícil. És muito bonito e és doce mas és pouco dado a retribuir o amor de quem te ama. Até dás a impressão que tanto te faz seres odiado como amado; que gostas de fingir que estás acima disso”.

Excerto de uma carta de amor de Miguel Esteves Cardoso
 
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