Quatro dias

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Agora já não me parecem quatro looooonnnggooss dias… Foram promovidos a um dia interminável e três dias memoráveis Sorriso

Este XIII FesTA foi o meu primeiro Festival de Tunas do Atlântico, foi a desculpa para pagar uma promessa que tinha já 4 aninhos e voltar a botar os pézinhos na linda ilha da Madeira, foi a melhor forma de iniciar este ano lectivo no que diz respeito à minha (suposta) “doença”… Dizem que a crise também chegou à organização deste excelente festival mas eu não vi nada! E só tenho a agradecer tudo aquilo que me proporcionaram durante estes quatro dias.

É terça-feira, estou longe de me sentir recuperada (os sonos continuam trocados e o regresso à rotina não dá descanso), mas trouxe nas minhas malas de eleição, a memória e a alma, carradas de coisinhas boas daquelas que costumo encontrar apenas nos festivais em que me sinto em casa, rodeada por pessoas de quem gosto. E isso sabe bem e faz-me sentir que, apesar dos momentos em que me apeteceu refugiar-me no aconchego do lar (apenas por comodismo que não me sinto velha nem cansada, estou só sem paciência), ainda vale a pena fazer certos sacrifícios.

Aproveitei e atestei a dose de abraços e gargalhadas (daquelas genuínas que damos mesmo com vontade)… Chorei quando me apeteceu, comovi-me a ouvir as musiquitas de que gosto verdadeiramente, diverti-me, sorri, actualizei-me, conversei, bebi Brisa (até pela palhinha), cantei, ganhei uma rosa da Rosa… E fui muito feliz a ver um festival sentada nas escadas de um auditório (há quem não goste mas, para mim, o corredor é o melhor lugar). Não dancei Triste Nem me enfrasquei, nem fiz o meu papel de turista!

Disseram-me o que me dizem em tanto código postal “o que acontece na Madeira fica na Madeira”, mas não é por isso que eu deixo de ser eu, igual a mim mesma, carregadinha de certezas e convicções. Portanto, este meu relato sofre apenas a minha típica censura (eu queria mesmo muito escrever que só os giraços dos solistas deram logo um brilho diferente à ilha mas é capaz de não ser de bom tom) Língua de fora

Obrigada Hugo, Marta, Félix, Vítor, Xico e tantos outros que tornaram estes dias numa experiência única com saldo francamente positivo!

XIII FesTA

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festa2013

Vou só ali eliminar uns items da minha lista de “coisas que ainda quero fazer” e volto já!

Tomorrow is…

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Menina Caloira – Copituna d'Oppidana (Tuna Académica da Guarda)

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Menina Caloira
Tu foges de mim
Que fiz eu ao mundo
Para merecer algo assim

Teus olhos azuis
Teus olhos clarinhos
São flores do céu
São dois Danoninhos

São dois Danoninhos
Prontos a comer
Sem esses dois
Eu não posso viver

Porque não me olhas
Porque não me vês
Menina Caloira
São muitos porquês

Ooooooh! Menina!
Se eu pudesse dar-te-ia a lua
E pela vida que me resta
Gritaria o teu nome pela rua

Menina Caloira
Abre o coração
Menina Caloira
Ouve esta canção

(Des)tralhar

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“É desprendermo-nos das coisas de que não precisamos e viver de uma maneira mais leve. Nós, portugueses, somos muito agarrados às coisas: somos tralhistas e deveriamos ser sucateiros. O tralhista acumula, o sucateiro recicla.”

“Vivemos todos com muita tralha. Uma coisa que não está a ser usada – mesmo um livro – é um desperdício. Ocupa espaço, gasta energia e custa a guardar, limpar e transportar quando se muda de casa. A tralha sai cara.”

Estes são dois parágrafos, de uma mesma crónica,  de Miguel Esteves Cardoso que constam no livro “Como é linda a puta da vida”. Estes são dois parágrafos que me dizem muito, ou nos quais, me revejo. Estes são dois parágrafos que me “gritam” que as energias estagnam à nossa volta porque nós deixamos, acumulamos. Estes são dois parágrafos que me lembram que me cabe a mim mudar, se for esse o meu desejo.

Frango agridoce com cogumelos e ananás

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Há imenso tempo que não me dedicava à culinária, que isto para mim é coisa que exige tempo e dedicação, mas surpreendi-me, era uma aventura que andava a adiar mas até correu muito bem e pareceu-me digna de registo (mais que não seja para ter a receita a jeito numa próxima vez).

Ingredientes

  • 3 peitos de frango
  • 1/2 cebola
  • 4 rodelas de ananás de lata
  • 1 lata de cogumelos
  • 1 colher de sopa de farinha Maizena
  • 2 dl de calda de ananás
  • 4 colheres de sopa de polpa de tomate
  • 3 colheres de sopa de vinagre de sidra
  • 3 colheres de sopa de açúcar amarelo
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal e pimenta a gosto

Preparação

Cortar o peito de frango aos cubinhos, temperar com sal e pimenta. Escorrer bem os cogumelos. Cortar o ananás e a cebola em cubos e reservar. Para o molho, dissolver a Maizena na calda do ananás. Juntar a polpa de tomate, o vinagre e o açúcar e misturar bem. No Wok (ou frigideira mais alta), deitar o azeite e levar ao lume com a cebola, até esta ficar loirinha. Juntar os cogumelos e deixar fritar. Juntar o frango e deixar cozinhar até estar dourado, mexendo sempre com uma espátula. Juntar o ananás e deixar saltear durante mais 3 minutos. Regar com o molho preparado, deixar ferver e engrossar um pouco, mexendo sempre.

Adaptado daqui só porque a Rute (por altura da feira de Agosto) deu a dica do vinagre com a calda de ananás Piscar de olho

+ Satisfação

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1h 03m 11s

Portei-me muito bem nos dez quilómetros do aeroporto, mas queria menos Língua de fora

 
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