Negras como a noite – Xutos & Pontapés

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Com mãos de veludo,
negras como a noite
Tu deste-me tudo
e eu parti...

Um homem trabalha
no outro lado do rio,
com as suas duas mãos
repara o navio
Está sozinho e triste,
mas tem de aguentar,
já falta tão pouco
para poder voltar

Vai ficar tudo bem, isso eu sei

Vai ficar tudo bem, isso eu sei

Quando o sol se juntar ao mar

e eu te voltar a beijar.
Só mais uma vez, só mais uma vez
só mais uma, só mais esta vez

Com um adeus começa
outro dia igual
Ficou a promesa,
escondida no lençol
Negras como a noite,
vindas de outra terra
as mãos de veludo,
estão à sua espera.

 

Apaixonei-me perdidamente

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E, por ironia do destino, chama-se Manuel o motivo desses sentimentos…

Sabia que ele já tinha questionado a minha ausência prolongada, portanto, foi impossível esconder o sorriso quando nos voltámos a encontrar e os nossos olhares se cruzaram. Durante algum tempo, andámos a esconder-nos um do outro mas acabámos a suar juntos Língua de fora

Nunca pensei que ele desse o primeiro passo e metesse conversa mas foi isso mesmo que aconteceu. Falou-me da sua vida cheia, do contexto profissional, da sua casa na Lagoa de Santo André, dos passeios que já fez na minha terra, dos seus interesses tão distintos dos meus e até do tempo, tudo com o seu jeito encantador. Aqueceu-me a alma e arrancou-me sorrisos. E despediu-se com um “Minha querida, certamente voltaremos a encontrar-nos!”.

Os efeitos que uma conversa animada e descontraída, numa sexta-feira à noite, na sauna, com um charmoso podem ter numa mulher…

Maravilhada

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Às vezes, mas só às vezes, a coisa até corre muitíssimo bem!

Queques de maçã e noz

 

Mistura seca:

1 chávena e ¾ de farinha

1 chávena de açúcar

2 colheres de chá de fermento em pó

½ colher de chá de bicarbonato de sódio

 

Mistura húmida:

1 chávena de leite

1/3 de uma chávena de óleo

1 colher de chá de essência de baunilha

1 ovo

 

1 maçã cortada aos cubos que adicionei na mistura húmida

Nozes picadas grosseiramente (juntei só no fim e ainda guardei algumas para colocar por cima)

 

Junta-se tudo, envolve-se bem e coloca-se numa forma para queques (untada e polvilhada com farinha) ou em pequenas forminhas de papel. Vai ao forno a 180º por 20 minutos.

         Adaptado daqui e daqui.

Noite de Santo António

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Excelente companhia, dramas com nova tecnologia, bailaricos, jantares intermináveis, imensa gente por metro quadrado, muita confusão, animação, ginjinhas, sardinhas, manjericos, mais bailaricos, mais confusão, ruas inclinadas, pessoas cansadas, falta de juízo, risota, galhofa e boa disposição! Foi assim que a marcha de Telheiras saiu à rua…

Falhou-nos este:

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Uma coisa boa...

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...nunca vem só!
 Este poderia ser o mote para a companhia que vou ter para esta noite em que se celebra o (casamenteiro) Santo António (porque em vez de uma mulher do Norte foram duas mulheres do Norte a rumar a Lisboa) mas soa-me um pouco depreciativo visto que não costumo apelidar as jeitosas que trazem um brilho diferente à minha vida de “coisa”. Por isso, dou a volta ao texto e assumo que, para mim, a chegada à capital da comissão organizadora do São João em Lisboa é uma coisa muito boa e (ter essa desculpa para) jantar umas deliciosas francesinhas em excelente companhia sabe/soube-me divinalmente bem.
Claro está que esta alegria não podia ser um evento isolado e, como ontem foi também dia de ir lavar a vista à CUF das Descobertas, posso simultaneamente celebrar a minha “liberdade condicional”. O jeitoso do senhor ortopedista identificou-me uma deformação na rótula que faz com que esforce mais a parte exterior da mesma mas, uma vez que a articulação está toda em equilíbrio, não me quer operar (YYYUUUPPPIIIYYY!) e deu-me permissão para voltar às corridas... Em sítios sem inclinação. Como esta, tenho mais algumas restrições, mas já tudo parece bem mais risonho porque agora o “stress” volta a ficar todo em cima da passadeira do ginásio J
“A simplicidade da vida está dentro de cada um de nós e na forma como encaramos as diferentes experiências.”

Aprendizagem

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Cada vez mais acredito que ainda aprendo a costurar (à máquina e como deve de ser) antes de aprender a cozinhar (coisas que sejam comestíveis para outras pessoas) mas, tanto para alcançar um objectivo como para alcançar o outro, não me posso acomodar e isso sim é tarefa difícil. Parece tudo tão mais fácil e simples quando são os outros a fazer… Língua de fora

Mundopardo - A Troca

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Em tempos idos perguntaram-me, sem muita inocência, se conhecia esta música... Agora já conheço, esta e não só! E só lamento não conseguir garantir (na antecipação) o meu lugar na primeira fila do primeiro concerto (na noite de 21 de Junho algures em Faro).
GOSTO!
 
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